Listagem de Estágios

Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia

1788. Alimentos do futuro, sustentáveis e nutritivos


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Cristiana Nunes
Nº Alunos: 4
Anos:
Área:
Data: de 11-07-2022 a 15-07-2022 Horário: Manhã + Tarde
Investigador(es): Cristiana Nunes e Joana Ferreira


Descrição: A ação proposta pretende divulgar a investigação desenvolvida no Centro de Investigação LEAF - Grupo 3 sobre o desenvolvimento e caracterização de alimentos sustentáveis, produzidos a partir de sub-produtos da indústria alimentar (bagaços de frutos) e fontes alimentares ainda pouco exploradas (microalgas e insetos). A ação decorrerá ao longo de uma semana, com apresentação e discussão sobre a composição e vantagens dos vários ingredientes funcionais e com a preparação dos produtos alimentares, degustação, e realização de vários protocolos experimentais para caracterização das suas propriedades físicas/químicas.

Observações: O ISA localiza-se na Tapada da Ajuda e tem uma agradável área envolvente com cerca de 100 ha. O Edifício Ferreira Lapa está próximo do Edifício Principal.

Este estágio não disponibiliza alojamento para alunos deslocados

Este estágio disponibiliza almoços

1º Dia de Estágio

Local de encontro: Instituto Superior de Agronomia - Edifício Ferreira Lapa, Piso 1 (junto ao Secretariado) Hora: 10h00
Pessoa de contacto: Maria Cristiana Henriques Nunes

Esta iniciativa já não aceita candidaturas


1738. Cafeeiro sob investigação: identificação de espécies e fungos patogénicos pelo seu código de barras genético


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Dora Batista e Inês Diniz
Nº Alunos: 4
Anos:
Área:
Data: de 18-07-2022 a 22-07-2022 Horário: Manhã
Investigador(es): Dora Batista Inês Diniz


Descrição: À semelhança do código de barras de um produto de supermercado, podemos utilizar sequências genéticas para identificar e distinguir espécies de qualquer organismo vivo. O DNA barcoding permite não só “catalogar” a biodiversidade mundial para um melhor conhecimento e conservação, mas também, por exemplo, identificar o agente patogénico de uma amostra infetada ou avaliar se um determinado alimento tem a origem que é descrita na embalagem. Transforma-te num detetive da ciência e vem investigar as inúmeras espécies da planta do café e os fungos que as atacam através da aplicação do DNA barcoding, utilizando técnicas de biologia molecular como extração de DNA, amplificação por PCR, eletroforese dos produtos de PCR e sua purificação e sequenciação. Vais aprender também como os fungos infetam o cafeeiro provocando doenças graves através de uma visita às estufas do Centro de Investigação das Ferrugens do Cafeeiro e observar o seu desenvolvimento à lupa e ao microscópio, e, no final, levar para casa uma planta de café.

Observações: Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa

Este estágio não disponibiliza alojamento para alunos deslocados

Este estágio não disponibiliza almoços

1º Dia de Estágio

Local de encontro: Porta principal do Edifício Central do Instituto Superior de Agronomia Hora: 9.30h
Pessoa de contacto: Dora Batista e Inês Diniz

Esta iniciativa já não aceita candidaturas


1769. Moléculas que controlam os fungos que causam doenças em plantas


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Helena Azinheira
Nº Alunos: 5
Anos:
Área:
Data: de 04-07-2022 a 08-07-2022 Horário: Manhã
Investigador(es): Helena Gil Azinheira Leonor Guimarães Andreia Loureiro


Descrição: Vem conhecer e participar nas atividades do Centro de Investigação da Ferrugens do Cafeeiro (CIFC) que tem ajudado a criar cafeeiros resistentes às doenças. A antracnose dos frutos verdes do cafeeiro (coffee berry disease - CBD) é uma importante doença do cafeeiro causada pelo fungo Colletotrichum kahawae. Propõe-se realizar: (1) Extração de DNA, RNA e proteína do micélio do fungo_ (2) quantificação de DNA, RNA e proteína_ (3) Separação das moléculas por diferentes técnicas de electroforese em gel_ (4) Estudo do RNA por PCR em Tempo Real_ (5) Analise dos resultados.

Observações: O estacionamento no local é possível e pago

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1º Dia de Estágio

Local de encontro: Edifício Principal do Instituto Superior de Agronomia - Tapada da Ajuda Hora: 9h30m
Pessoa de contacto: Helena Azinheira

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1682. O mundo oculto da Tapada da Ajuda: fungos micorrízicos arbusculares nos solos da Vinha, da Horta e do Observatório Astronómico


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Amaia Miren Nogales Garcia
Nº Alunos: 2
Anos:
Área:
Data: de 11-07-2022 a 15-07-2022 Horário: Manhã
Investigador(es): Rosalba Fors Amaia Nogales


Descrição: Os fungos micorrízicos são microrganismos do solo que estabelecem relações benéficas com as plantas. Ao entrarem nas raízes, ajudam as plantas a absorver melhor os nutrientes e água do solo. Existe uma grande diversidade de fungos micorrízicos de acordo com as espécies de plantas e o tipo de solo de cada área. Assim, coletando amostras de solo em sítios de interesse, é possível determinar a diversidade micorrízica presente. Isso é possível através da observação dos esporos formados por estes fungos, os quais variam quanto a cor, tamanho, e a presença ou não de curiosas ornamentações, características que por sua vez servem para diferenciar as espécies.
O objetivo deste estágio é coletar amostras de solo da Tapada da Ajuda, nomeadamente de solos agrícolas da vinha e da horta, e de um solo não agrícola referente à zona do Observatório Astronómico. A partir das amostras de solo o estudante irá extrair os esporos de fungos, separá-los a partir das características morfológicas acima mencionadas e fotografá-los no microscópio. Finalmente, o estudante irá selecionar os tipos de esporos mais abundantes em cada solo e os inoculará em plantas de alho francês para estabelecer culturas puras, contribuindo assim a ampliar a coleção Nacional de fungos micorrízicos do ISA.

Observações: Os fungos micorrízicos são microrganismos do solo que estabelecem relações benéficas com as plantas. Ao entrarem nas raízes, ajudam as plantas a absorver melhor os nutrientes e água do solo. Existe uma grande diversidade de fungos micorrízicos de acordo com as espécies de plantas e o tipo de solo de cada área. Assim, coletando amostras de solo em sítios de interesse, é possível determinar a diversidade micorrízica presente. Isso é possível através da observação dos esporos formados por estes fungos, os quais variam quanto a cor, tamanho, e a presença ou não de curiosas ornamentações, características que por sua vez servem para diferenciar as espécies.
O objetivo deste estágio é coletar amostras de solo da Tapada da Ajuda, nomeadamente de solos agrícolas da vinha e da horta, e de um solo não agrícola referente à zona do Observatório Astronómico. A partir das amostras de solo os estudantes irão extrair os esporos de fungos, separá-los a partir das características morfológicas acima mencionadas e fotografá-los no microscópio. Finalmente, os estudantes irão selecionar os tipos de esporos mais abundantes em cada solo e os inocularão em plantas de alho francês para estabelecer culturas puras, contribuindo assim a ampliar a coleção Nacional de fungos micorrízicos do ISA.

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Este estágio não disponibiliza almoços

1º Dia de Estágio

Local de encontro: Edificio principal do Instituto Superior de Agronomia Hora: 9:00
Pessoa de contacto: Rosalba Fors e Amaia Nogales

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1795. Proteção biológica - uso de mirídeos para combater pragas de tomateiro


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Elisabete Figueiredo
Nº Alunos: 1
Anos:
Área:
Data: de 06-07-2022 a 12-07-2022 Horário: Manhã + Tarde
Investigador(es): Elisabete Figueiredo Rita Morais


Descrição: A proteção biológica é cada vez mais importante pois caminhamos para a produção de alimentos mais saudáveis em sistemas agrícolas cada vez mais sustentáveis. Os mirídeos são insetos predadores, generalistas e que, por isso, se conseguem manter nos ecossistemas, mas também se alimentam de plantas. Há espécies que são já comercializadas e são usadas em proteção biológica em culturas em estufa. Contudo, estas espécies também se alimentam nas plantas (o que é vantajoso porque conseguem sobreviver na ausência de pragas) mas provocam estragos. Há uma espécie autóctone, não comercializada e que por aparentemente causar estragos menos importantes está neste momento a ser avaliada com vista a utilização futura em programas de proteção biológica de conservação em culturas protegidas.

Observações: Estágio inserido num projeto de investigação

Este estágio não disponibiliza alojamento para alunos deslocados

Este estágio disponibiliza almoços

1º Dia de Estágio

Local de encontro: Instituto Superior de Agronomia - receção do Edificio principal, Tapada da Ajuda, Lisboa Hora: 9:30
Pessoa de contacto: Rita Morais

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1796. Proteção biológica - uso de mirídeos para combater pragas de tomateiro


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Elisabete Figueiredo
Nº Alunos: 1
Anos:
Área:
Data: de 27-06-2022 a 01-07-2022 Horário: Manhã + Tarde
Investigador(es): Elisabete Figueiredo Rita Morais


Descrição: A proteção biológica é cada vez mais importante pois caminhamos para a produção de alimentos mais saudáveis em sistemas agrícolas cada vez mais sustentáveis. Os mirídeos são insetos predadores, generalistas e que, por isso, se conseguem manter nos ecossistemas, mas também se alimentam de plantas. Há espécies que são já comercializadas e são usadas em proteção biológica em culturas em estufa. Contudo, estas espécies também se alimentam nas plantas (o que é vantajoso porque conseguem sobreviver na ausência de pragas) mas provocam estragos. Há uma espécie autóctone, não comercializada e que por aparentemente causar estragos menos importantes está neste momento a ser avaliada com vista a utilização futura em programas de proteção biológica de conservação em culturas protegidas.

Observações: Estágio inserido num projecto de investigação

Este estágio não disponibiliza alojamento para alunos deslocados

Este estágio disponibiliza almoços

1º Dia de Estágio

Local de encontro: Instituto Superior de Agronomia - receção do Edificio principal, Tapada da Ajuda, Lisboa Hora: 9:30
Pessoa de contacto: Rita Morais

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1567. Que espécies de heras existem em Portugal e para que servem? Uma pequena viagem pela botânica, biologia, paisagismo e horticultura ornamental


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Pedro Talhinhas
Nº Alunos: 4
Anos:
Área:
Data: de 04-07-2022 a 08-07-2022 Horário: Manhã + Tarde
Investigador(es): Ana Caperta, Ana Luísa Soares, Ana Paula Ramos, Dalila Espírito-Santo, João Cunha Ferreira, Pedro Talhinhas, Teresa do Paço e Vera Ferreira.


Descrição: Durante este estágio dedicaremos atenção às plantas trepadeiras ‘heras’ como forma de permitir contacto com abordagens do âmbito da Botânica, Biologia Molecular, Arquitetura Paisagista, Coberturas Verdes e Horticultura Ornamental. O estágio decorrerá no Instituto Superior de Agronomia (ISA), na Tapada da Ajuda (Alcântara, Lisboa), contando também com saídas de campo.
2ª-feira. Trabalho de campo. Prospeção e colheita de plantas de hera em visita a realizar à Serra de Sintra com recurso a georreferenciação e caracterização ecológica.
3ª-feira. ISA. Identificação das amostras colhidas recorrendo à observação de tricomas e à determinação do tamanho de genoma por citometria de fluxo. Extração de ADN e quantificação por eletroforese.
Estágio no âmbito do projeto Heras.PT do LEAF/ISA_ colaboração de: Ana Caperta, Ana Luísa Soares, Ana Paula Ramos, Dalila Espírito-Santo, João Cunha Ferreira, Pedro Talhinhas, Teresa do Paço e Vera Ferreira.
4ª-feira. Visita ao Jardim Botânico da Ajuda (o mais antigo de Lisboa) e propagação do material vegetal. Utilização de heras em revestimento de paredes.
5ª-feira. ISA. Amplificação do ADN usando a Reação em Cadeia da Polimerase para genes com interesse filogenético e sequenciação.
6ª-feira. ISA. Análise dos resultados. Que espécies de hera ocorrem em Portugal? Como as distinguir, preservar e utilizar? Como extrapolar estes conhecimentos para outras situações?

Observações: Que espécies de heras existem em Portugal e para que servem? Uma pequena viagem pela botânica, biologia, paisagismo e horticultura ornamental

Este estágio não disponibiliza alojamento para alunos deslocados

Este estágio disponibiliza almoços

1º Dia de Estágio

Local de encontro: Instituto Superior de Agronomia (Tapada da Ajuda, sita na Calçada da Tapada, em Alcântara, Lisboa), portão principal Hora: 9:00:00 AM
Pessoa de contacto: Pedro Talhinhas

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1787. Quem atacou o olival?


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Andreia Loureiro
Nº Alunos: 4
Anos:
Área:
Data: de 04-07-2022 a 08-07-2022 Horário: Manhã
Investigador(es): Andreia Loureiro Helena Gil Azinheira


Descrição: Vem descobrir algumas espécies de fungos que podem atacar o olival. A antracnose (gafa) da oliveira é causada por fungos do género Colletotrichum, sendo considerada a doença mais importante do olival e frequentemente alcança níveis epidémicos nos olivais tradicionais do centro e sul de Portugal. Compreender a diversidade destes agentes patogénicos é de extrema importância para o desenvolvimento de estratégias sustentáveis e duráveis de proteção da cultura.
Propõe-se realizar: (1) Identificação, observação e inoculação de fungos em placas com meio de cultura e azeitonas_ (2) Extração de DNA do micélio do fungo_ (3) Quantificação e visualização da integridade do DNA em gel de agarose_ (4) estudo da diversidade genética com uso de marcadores moleculares (PCR)_ (5) Separação das moléculas por electroforese em gel de agarose_ (6) Análise dos resultados.

Observações: O estacionamento no local é possível e pago

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1º Dia de Estágio

Local de encontro: Porta do Edifício Principal do Instituto Superior de Agronomia - Tapada da Ajuda Hora: 9h30
Pessoa de contacto: Andreia Loureiro

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1566. Reinventar os clássicos: produção de maioneses vegan


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Sara Simões
Nº Alunos: 2
Anos:
Área:
Data: de 25-07-2022 a 29-07-2022 Horário: Manhã + Tarde
Investigador(es): Sara Simões/ Anabela Raymundo


Descrição: A indústria alimentar é um dos mais exigentes setores a nível mundial. Lidando diretamente com os desejos e necessidades de consumidores cada vez mais informados, “digitais” e exigentes, a mudança é constante no setor. Esta atividade, inserida no projeto CleanLabel+, tem como objetivo dar a conhecer aos alunos algumas das mais recentes tendências do setor agroalimentar, como o plant-based, a sustentabilidade, o impacto positivo na saúde e o “clean label”, focando-se na reformulação de maionese, um produto alimentar clássico, mas que por força das tendências de consumo, terá de sofrer alterações profundas.

Observações: Os alunos devem trazer bata.

Este estágio não disponibiliza alojamento para alunos deslocados

Este estágio disponibiliza almoços

1º Dia de Estágio

Local de encontro: Edifício Principal do Instituto Superior de Agronomia Hora: 10:00:00 AM
Pessoa de contacto: Anabela Raymundo e Sara Simões

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1712. Ultrassons para a conservação de bebidas


Instituição: Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia
Responsável: Maria Filipa Vinagre Marques da Silva Oliveira
Nº Alunos: 2
Anos:
Área:
Data: de 27-06-2022 a 01-07-2022 Horário: Manhã + Tarde
Investigador(es): Prof. Filipa Vinagre


Descrição: Os ultrassons (US) são ondas sonoras com frequência > 18 kHz, acima do limite superior de audição humana. São muito utilizados em medicina (e.g. ecografia) e noutras áreas para medir distâncias e detectar objectos. Relativamente à produção de alimentos, os ultrassons podem ser utilizados para aumentar o seu prazo de validade e a sua qualidade, bem como aumentar a eficiência de vários processos utilizados na indústria alimentar tais como a secagem, filtração, extração de aromas indesejáveis, redução da espuma, pasteurização, etc. Neste contexto o objectivo deste estágio é utilizar ultrassons com várias intensidades para conservar vários tipos de bebidas. Depois dos tratamentos serão avaliados parâmetros de qualidade nas bebidas, nomeadamente a cor, a turvação, e o sabor. O objectivo é os estagiários familiarizarem-se com a tecnologia de ultrassons e a análise de parâmetros de qualidade dos alimentos. Um outro aspecto importante é o consumo de energia associado a este processo, que também será monitorizado.

Observações: Trazer bata para trabalhar no laboratório

Este estágio não disponibiliza alojamento para alunos deslocados

Este estágio disponibiliza almoços

1º Dia de Estágio

Local de encontro: Edifício Principal do Instituto Superior de Agronomia, Tapada da Ajuda Hora: 10:00
Pessoa de contacto: Filipa Vinagre Marques Silva

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