Este artigo analisa a inclusão dos museus e centros de ciência nas políticas de promoção da cultura científica em Portugal. Integra o caso português nos processos de constituição de museus dedicados às ciências no contexto europeu desde o século XIX mas salientando a sua especificidade. É dado destaque à mobilização do conceito de cultura científica como justificativo para a criação e desenvolvimento de instituições museais e ao papel desempenhado por diversos agentes e organizações nestes processos.