Céu Ribeiro, Maria; et al.
O presente artigo centra-se na educação não formal e nas perceções e potencialidades identificadas pelos estudantes e orientadores institucionais nos contextos de educação não formal. Considerando as suas especificidades, quisemos saber que perceções têm os estudantes e os orientadores institucionais sobre as potencialidades formativas dos contextos não formais e qual o contributo das mesmas para a formação inicial do futuro educador/professor. Para orientar a resposta a esta questão delineamos os seguintes objetivos: i) conhecer e analisar as perceções dos estudantes e orientadores institucionais sobre as potencialidades formativas reconhecidas nos espaços educativos não formais e ii) perceber qual o seu contributo para a formação inicial. Como instrumentos de recolha de dados recorremos ao inquérito por questionário, misto, para os estudantes e ao inquérito por questionário, questões abertas para os orientadores institucionais. Como técnica de análise de dados, recorremos à análise estatística e à análise de conteúdo.
2021
Ciências da Educação
Artigo
Quint, Meghan; et al.
2020
Ciências da Educação
Artigo
Gonçalves, Tatiana Santos; et al.
2021
Museologia
Artigo
Bessa, Fernanda
Envolto pela luxuriante vegetação da serra de Sintra, que tantos poetas e músicos já inspirou, o Centro Ciência Viva de Sintra, criado a 20 de novembro de 2006 nas instalações da antiga garagem dos Elétricos de Sintra, está integrado na rede de Centros da Agência
2017
Museologia
Artigo
Bandelli, Andrea; et al.
2015
Museologia
Artigo
Coelho, Ana Rita
Os centros de ciência, criados no âmbito do Programa Ciência Viva, constituem-se como um dos novos contextos de divulgação de ciência e de promoção da cultura científica. Como contributo para um conhecimento mais aprofundado dos públicos destes museus interactivos de ciência e tecnologia e do seu relacionamento com estes espaços, foi desenvolvida uma pesquisa de carácter qualitativo, centrada no público não-escolar do pólo dinamizador da rede de centros Ciência Viva - o Pavilhão do Conhecimento. O objectivo principal desta pesquisa, que contemplou entrevistas a visitantes, foi identificar e interpretar diferentes experiências e estilos de visita entre o público não-escolar. Procurouse perceber de que forma o contexto da visita, mas também outros factores relacionados com as trajectórias biográficas, influenciam essas experiências. O presente working paper apresenta os principais resultados e conclusões da investigação.
2009
Comunicação de Ciência
Artigo
Delicado, Ana
2009
Museologia
Artigo
Delicado, Ana
Este artigo analisa a inclusão dos museus e centros de ciência nas políticas de promoção da cultura científica em Portugal. Integra o caso português nos processos de constituição de museus dedicados às ciências no contexto europeu desde o século XIX mas salientando a sua especificidade. É dado destaque à mobilização do conceito de cultura científica como justificativo para a criação e desenvolvimento de instituições museais e ao papel desempenhado por diversos agentes e organizações nestes processos.
2006
Museologia
Artigo
Rodrigues, Ana V.; et al.
O Centro Integrado de Educação em Ciências - Escola Ciência Viva de Vila Nova da Barquinha (Portugal), resulta da colaboração entre o poder político local, a Universidade de Aveiro e a comunidade escolar. Trata-se de um centro de ciência que vive dentro de uma escola, alicerçado em temas locais e aberto à comunidade. É um exemplo pioneiro da concretização de uma perspectiva integrada de educação em ciências, articulando investigação em educação, formação inicial e contínua de professores e educação formal e não formal de ciências, desde 2013. Com a finalidade de identificar os possíveis contributos desta perspectiva para a promoção do ensino das ciências desde os primeiros anos de idade, coletaram-se dados através de inquéritos por questionário a 18 educadores/professores, 441 alunos e 106 pais/encarregados da educação; e, também, por entrevista a 17 educadores/professores e 5 monitores. Recorreu-se à análise estatística descritiva e de conteúdo para as respostas fechadas e abertas, respectivamente. Os resultados evidenciaram que os diferentes atores envolvidos têm percepções muito positivas sobre as práticas de ensino, as aprendizagens desenvolvidas e o gosto pelas ciências em contexto formal e não formal. O estudo evidencia as potencialidades da operacionalização da perspectiva integrada de educação em ciências, podendo inspirar outros contextos educativos, nomeadamente pelo seu contributo para a promoção da literacia científica desde os primeiros anos de idade e ao longo da vida.
2022
Ciências da Educação
Artigo
Vicente, Maria Inês; et al.
2021
Ciências da Educação
Artigo
Calçada, Ilda; et al.
As grutas turísticas portuguesas estão concentradas na região litoral-centro de Portugal onde os calcários do Jurássico formam vários maciços. Destes, o Maciço Calcário Estremenho é o que apresenta maior número de grutas e fenómenos cársicos superficiais mais bem desenvolvidos. Em 2000 a Sociedade Portuguesa de Espeleologia iniciou um processo de cooperação com a Agência para a Cultura Científica e Tecnológica ? Ciência Viva para divulgação do património espeleológico no âmbito do subprograma Geologia no Verão. Os percursos de divulgação científica delineados no início desta parceria situam-se nos arredores das quatro grutas turísticas (Mira de Aire, Santo António, Alvados e Moeda). Atualmente, decorridos 14 anos de atividade ininterrupta das campanhas, estão delineados 13 percursos de divulgação científica e as regiões abrangidas incluem não só o Maciço Calcário Estremenho mas também a Serra do Montejunto, a Serra da Arrábida e as áreas calcárias da Plataforma Litoral situadas a oeste daqueles relevos. No total, os percursos incluem a visita de 28 grutas cujas características se adaptam a um público sem formação específica. Sendo o objetivo principal do percurso, a visita às grutas é acompanhada da observação de um conjunto variado de aspetos geológicos, geomorfológicos e hidrogeológicos da região percorrida. Os guias dos percursos são membros da Sociedade Portuguesa de Espeleologia que juntam os seus conhecimentos de espeleologia à sua formação geológica universitária. Estas ações, que decorrem nos fins-de-semana dos dois meses de verão, servem de complemento cultural a muitos
participantes que já visitaram as grutas turísticas da região e também estimulam o interesse pela visita das grutas turísticas naqueles que são mais adeptos do turismo de natureza. O número máximo de participantes chegou a superar o milhar por campanha anual.
2014
Ciências Naturais e Exactas
Artigo
Jesus-Leibovitz, L.; et al.
2015
Ciências da Educação
Artigo
Matias, A.; et al.
2020
Artes
Artigo
Rodrigues, Ana V.; et al.
O presente artigo visa apresentar uma proposta de laboratório de ciências para os primeiros anos de escolaridade. Assim, pretende-se: (i) fundamentar a relevância de infraestruturas, equipamentos e recursos de suporte ao ensino das ciências e apresentar princípios orientadores apontados pela literatura para o desenvolvimento de laboratórios escolares e (ii) descrever o processo de conceção, implementação e avaliação inerente ao desenvolvimento de um laboratório de ciências numa escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), tendo por base o marco teórico de suporte ao desenvolvimento do mesmo. O laboratório é utilizado semanalmente por todas as turmas da escola e os resultados da investigação apontam no sentido de que a sua existência é uma condição favorável: (i) ao incremento da motivação e implicação do corpo docente na implementação, regular e sistematizada, de atividades práticas de ciências com as crianças; (ii) ao desenvolvimento de competências ao nível das ciências experimentais e na sua motivação para a aprendizagem das ciências. Considera-se, portanto, que a proposta de laboratório desenvolvida poderá servir como base de trabalho para outras instituições escolares do 1.º CEB, com as devidas adaptações às realidades particulares e projetos específicos dessas instituições.
2016
Ciências da Educação
Artigo