Prémio Ciência Viva Montepio - Media 2017

Teresa Firmino e Filomena Naves

Prémio Ciência Viva Montepio Media 2017 (ex aequo)


Teresa Firmino dirige a secção de ciência do Jornal Público e tem-se notabilizado pela qualidade e diversidade do seu trabalho como jornalista e presentemente como editora de ciência.

Filomena Naves tem-se distinguido no Diário de Notícias pela qualidade e rigor do seu trabalho, com particular enfoque nas áreas das ciências e tecnologias espaciais.

Juntas editaram já três livros de divulgação científica sobre temas de grande actualidade, escritas na linguagem acessível mas rigorosa a que nos habituaram nas suas peças jornalísticas.

O Prémio Ciência Viva Montepio Media é este ano proposto ex aequo a estas duas jornalistas pelo contributo do seu trabalho de divulgação e comunicação de ciência para a cultura científica.


Perfil de Teresa Firmino

Teresa Firmino nasceu em Sousel, em 1969. Fez o ensino secundário em Estremoz e licenciou-se em Comunicação Social na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas das Universidade Nova de Lisboa, em 1992. Foi no Público que descobriu o jornalismo de ciência, quando lá entrou acabado o curso. Sempre escreveu sobre ciência e sobre as suas relações com a sociedade, fazendo parte do reduzido número de jornalistas de ciência em Portugal.

Teresa Firmino é desde 2012 editora de secção de Ciências daquele jornal, assegurando continuamente uma página diária dedicada à área. Em 2008-2009, Teresa Firmino passou pelo MIT, com a prestigiada a bolsa Knight para jornalistas de ciência. Este programa reúne no MIT, Harvard e outras instituições um pequeno grupo de jornalistas de elite de todo o mundo, para estudo e reflexão sobre a intersecção da ciência com a vida pública.

Teresa Firmino é co-autora (com Filomena Naves) de três obras de divulgação científica: Portugal a Quente e Frio (2009), o primeiro livro dedicado às alterações climáticas em Portugal; Por Que Choramos Quando Cortamos Uma Cebola? E mais 129 perguntas para pessoas curiosas sobre ciência (2012); e Por que é que as Bailarinas Não Ficam com a Cabeça a Andar à Roda?... e outras 59 perguntas sobre o cérebro e o seu funcionamento (2017).

Em 2007, Teresa Firmino recebe o Prémio de Jornalismo Científico da Fundação Ilídio Pinho (numa colaboração com o Sindicato dos Jornalistas), em reconhecimento pela sua série de artigos dedicada à extensão da plataforma continental portuguesa.


Perfil de Filomena Naves

Filomena Naves nasceu em Lisboa e, Maio de 1958. Estudou psicologia no ISPA e dedicou-se ao jornalismo.

É desde 1992 jornalista de ciência no Diário de Notícias, fazendo parte do reduzido número de profissionais de comunicação em Portugal que escreve regularmente sobre esta área.

Tem grande experiência na realização de reportagens na área das ciências e tecnologias espaciais e tem feito reportagens para o Diário de Notícias em diferentes pontos no país e no estrangeiro, nomeadamente na Ucrânia e nos Estados Unidos.

Filomena Naves é co-autora (com Teresa Firmino) de três obras de divulgação científica: Portugal a Quente e Frio (2009), o primeiro livro dedicado às alterações climáticas em Portugal; Por Que Choramos Quando Cortamos Uma Cebola? E mais 129 perguntas para pessoas curiosas sobre ciência (2012); e Por que é que as Bailarinas Não Ficam com a Cabeça a Andar à Roda?... e outras 59 perguntas sobre o cérebro e o seu funcionamento (2017).

 

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