A respiração das plantas e a fotossíntese

A respiração das plantas e a fotossíntese



As Descobertas de Joseph Priestley

Joseph Priestley fez a sua primeira grande descoberta em 1767. Descobriu que a grafite podia conduzir electricidade.
Mais tarde descobriu um gás que quando misturado com a água a tornava de sabor ácido e picante (esse gás foi mais tarde identificado como dióxido de carbono). Ele inventou a água gaseificada artificialmente. Por esta invenção foi eleito para a Academia das Ciências Francesa, em 1772 e recebeu uma medalha da Sociedade real em 1773.
Em 1772, Priestley fez outra descoberta importante. Colocou uma pequena planta dentro de um recipiente com água. Tapou esse recipiente e deixou arder uma vela até esta se apagar. Mais tarde Priestley foi capaz de acender a vela novamente e manter um rato vivo nesse ar.
Joseph Priestley tornou-se a primeira pessoa até então a observar a respiração das plantas - o facto delas receberem dióxido de carbono e libertarem oxigénio.
Em 1774, Priestley colocou um pedaço de óxido de mercúrio dentro do mesmo recipiente.
Quando observou o gás libertado descobriu que ele tinha uma propriedade diferente dos outros gases que já tinha estudado, este gás fazia com que a chama da vela se tornasse mais brilhante. Ele descobriu o oxigénio.
Na sua seguinte experiência ele observou que as pequenas plantas que cresceram nas paredes do seu recipiente, quando expostas ao ar produziram um gás. Rapidamente identificou esse gás como sendo igual ao gás libertado pelo óxido de mercúrio.
Priestley testemunhou o processo de fotossíntese.
Priestley contou a sua descoberta ao químico francês Lavosier que repetiu a experiência e deu o nome a esse gás - oxigénio.


A vida de Joseph Priestley

Joseph Priestley nasceu perto de Leeds em Inglaterra, no dia 13 de Março de 1733, portanto há 270 anos.
Joseph foi o filho mais velho de um alfaiate e da filha de um agricultor.
Mary Swift, sua mãe, morreu quando Joseph tinha apenas seis anos e este foi adoptado pela sua tia (irmã do pai) aos nove anos tendo permanecido com ela até 1764, ano em que ela morreu.
Durante a sua infância frequentou uma escola local onde aprendeu Grego e Latim e durante as férias, Hebraico. Aprendeu ainda Francês, Italiano e Alemão, Geometria, Álgebra e Matemática.
Foi professor em Nantwich.
O seu sucesso como professor abriu-lhe a porta como tutor em política e línguas clássicas numa nova academia em Warrington, onde passou seis anos.
Em 1762 Joseph casou-se com Mary Wilkinson, filha de uma importante figura da Revolução Industrial de Inglaterra.
Joseph Priestley não tinha qualquer interesse pelas ciências.
Isso mudou quando conheceu Benjamim Franklim, um dos maiores cientistas do momento, durante uma viagem a Londres em 1966.
A especialidade de Franklim era a electricidade. Franklim 'acordou' Priestley para a ciência e tornaram-se grandes amigos.


Experiência na sala de aula

Material utilizado:

- uma tina de vidro;
- uma campânula de vidro;
- uma vela;
- um vaso com uma pequena planta;
- água

Em primeiro lugar montámos a experiência como mostra a imagem 1. Nesta primeira experiência utilizamos uma vela a arder dentro da campânula.
Observámos que a vela passado algum tempo apagou-se e a água que estava na tina subiu para dentro da campânula.
Concluímos, com a ajuda da nossa professora, que a vela tinha queimado o oxigénio que havia dentro da campânula e a água foi ocupar o espaço que antes estava ocupado pelo oxigénio.

Depois montámos novamente a experiência como mostra a imagem 2 e colocámos no interior da campânula um vaso com uma pequena planta.
Como o nosso material não nos deixou acender a vela sem que abríssemos a campânula não pudemos verificar a segunda parte da experiência.
Mas, como já tínhamos estudado e pesquisado anteriormente sobre este assunto sabemos que se tivéssemos o material adequado a vela poderia ser acesa novamente pois a planta já tinha fabricado mais oxigénio.








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