Conto - O Triunfo das Nações Unidas
Colégio do Porto
No ano de 2020, a Terra está dividida em duas partes, a Nova União Soviética (actual Rússia em junção com alguns países da Europa e da Ásia, nomeadamente a Ucrânia, a Jugoslávia, a Turquia e a Republica Checa) e as Nações Unidas (todos os restantes países da Terra que se juntaram como forma de oposição à Nova União Soviética).
Nesta altura, a Terra conhecia vários planetas com vida, e já dois desses povos alienígenas a tinham tentado conquistar.
Depois de duas tentativas falhadas por parte do inimigo, as Nações Unidas decidiram, por bem, formar uma equipa de cientistas, para construir um protótipo(arma) que fizesse frente aos guerreiros e às armas inimigas.
A esse protótipo deu- se o nome de Vector, uma máquina com aparência humana, capaz de suportar as armas nucleares, biológicas e, acima de tudo, as armas inimigas.
No dia em que o Vector se dirigia para Washington, para ser apresentado aos países das Nações Unidas, vindo de Tóquio, onde foram dados os últimos ajustes, o avião, onde seguia, foi desviado da sua rota e o seu destino era agora Moscovo.
Quando as Nações Unidas receberam essa terrível notícia, que punha em perigo todos os países que a formavam e inclusive a organização, cada país disponibilizou os seus melhores soldados para irem para um treino especial de dois meses para depois irem recuperar o Vector.
Um mês após o início do treino, um cientista norte- americano, Spencer Johnson, disse às Nações Unidas que o Vector não foi a única coisa que os soviéticos tinham roubado, mas também armas feitas com genes de alienígenas e com genes de humanos, capazes de exterminar os mesmos.
Com mais esta notícia as Nações Unidas receavam ou um ataque por parte da Nova União Soviética ou, então uma aliança dos soviéticos com os povos alienígenas inimigos. Por isso mandaram apressar o treino.
Através de um espião, as Nações Unidas ficaram a saber que o Vector tinha sido transportado para o Iraque.
Entretanto, durante os dois meses seguintes, os cientistas das Nações Unidas conceberam mais um protótipo em tudo igual ao Vector, com o nome de Killer e duas armas iguais às que tinham sido roubadas pelos soviéticos.
Uma nova notícia do espião dá conta que os soviéticos iam tentar fazer um acordo de aliança com os povos alienígenas inimigos na data de 10 de Julho.
No dia 27 de Junho, iniciou- se, então, a Operação Vector que tinha como objectivo recuperar o Vector.
Eram 19:43 quando o avião aterrou no Iraque, era um Concor 347 americano disfarçado de avião russo.
Os soldados começaram por tomar de assalto o aeroporto e depois dirigiram-se para a base militar, onde estava o Vector.
Já passavam das 21:15. Quando chegaram à base, os soviéticos mostraram alguma surpresa, mas já esperavam aquele ataque.
A batalha durou cinco dias, e as Nações Unidas precisaram de utilizar o Killer para recuperar o Vector.
Os soviéticos eram no total 2540 soldados, e só uma dezena conseguiu sobreviver, pois fugiram nos únicos aviões de guerra que estavam na base.
E dos 1000 soldados enviados para o Iraque por parte das Nações Unidas, morreram apenas 342 soldados, e não mais, porque as Nações Unidas decidiram utilizar o Killer e também porque o Vector não aceitava ordens dos Soviéticos.
A ultima mensagem do espião dizia: ”O encontro é em Sidney, eles descobriram- me e vão matar- me, tenham cuidado com ......”.
No dia 9de de Julho, uma força de 4000 homens embarcou em aviões com destino à Austrália.
O Vector, o Killer e as armas com genes humanos e alienígenas foram também levados para a Austrália.
O tenente Juan Velasquez, tenente chileno, descobriu através de um informador que os soviéticos tinham inserido no corpo de dois soldados um gene idêntico ao dos protótipos, mas era mais fraco no corpo humano.
Vigiaram toda a noite o local onde, possivelmente, iriam aterrar os alienígenas e vigiaram as entradas da cidade, edifícios onde poderia ter o encontro e ainda bases militares e quartéis generais.
Os lideres alienígenas e as suas forças especiais aterraram perto das 9:50h.
Aí, os 4000 homens pensando que tinham apanhado de surpresa os soviéticos, atacaram, mas, nesse momento aparece uma máquina com aparência humana a quem os soviéticos chamam de Scorpion, mais alta e que aparentava ter mais força do que os protótipos das Nações Unidas.
Foi uma batalha sangrenta: morreram muitos portugueses, americanos, espanhóis, franceses, russos, iraquianos, australianos, e muitas mais pessoas de outras nacionalidades.
O Vector e o Killer só se ocupavam do Scorpion e não podiam fazer mais nada do que proteger os seus homens do mesmo.
As armas de genes foram fulcrais na vitória das Nações Unidas, porque não só exterminaram os soviéticos e os alienígenas como ajudaram a derrotar o Scorpion.
Ao contabilizar- se os estragos e as perdas verificaram- se: 3200 mortos por parte das Nações Unidas, 5623 mortes por parte da Nova União Soviética, um protótipo destruído por parte dos soviéticos, o Killer ficou danificado, mas nada de grave e uma cidade em ruínas.
Depois desta batalha ainda houve outra não tão sangrenta, mas de maior importância: pois aí se deu a queda do império soviético.
E aí a Terra passou a tornar- se uma só nação, e a viver com mais em paz.