Ciência Viva no Laboratório - OCJF


Ocupação Científica de Jovens nas Férias 2016


 
 

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Resultados da pesquisa

1. Quem diz que os líquenes não “falam”? Interpretar os sinais destes bioindicadores sobre o ecossistema - COMPLETO
Instituição: cE3c- Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais - Campo Grande
Responsável: Silvana Munzi
Nº Alunos: 3      Anos: 11º/12º      Área Biologia
Data: de 18-07-2016 a 22-07-2016      Horário: Manhã
Investigador(es): Catarina Gouveia , Rodrigo Maia
Descrição: Os alunos poderão participar nas actividades geralmente desenvolvidas no meu trabalho. Estas incluem:
- recolha em campo, observação e identificação de espécies líquenicas_
- preparação de um herbário
- applicação em campo de metodologias de bioindicação de poluição ambiental (Lichen Diversity Value_ análises de grupos funcionais)
- experiências de laboratório com tratamentos de azoto a breve termo de espécies sensíveis e tolerantes
- testes fisiológicos sobre a vitalidade e a actividade dos partner que constituem a simbiose líquenica (alga e fungo): actividade fotossintética, medição de pH, conteúdo de compostos de azoto e carbono_ conteúdo de ergosterol.
- elaboração de dados e apresentação dos resultados durante um encontro ciêntifico.

Observações: *Fisiologia Vegetal. Está prevista uma saida de campo (manhã e tarde) pelo que vai ser preciso levar refeições para os alunos.
Dados para o primeiro dia de estágio: Trazer material para apontar notas.



1º dia de estágio
Local de encontro: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Edifício C2, 5º Piso, sala 2.5.14 (sala de bolseiros), Campo Grande, Lisboa    Hora: 09:00
Pessoa de contacto: Silvana Munzi
[Estágios nesta instituição]




2. Identificação de espécies pelo seu código de barras genético - COMPLETO
Instituição: cE3c- Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais - Campo Grande
Responsável: Dora Batista
Nº Alunos: 8      Anos: 11º/12º      Área Biologia
Data: de 04-07-2016 a 08-07-2016      Horário: Manhã
Investigador(es): Maria Romeiras
Descrição: À semelhança do código de barras de um produto de supermercado, podemos utilizar sequências genéticas para identificar e distinguir espécies de qualquer organismo vivo. O DNA barcoding permite não só “catalogar” a biodiversidade mundial para um melhor conhecimento e conservação, mas também, por exemplo, identificar o agente patogénico de uma amostra infectada ou avaliar se um determinado alimento tem a origem que é descrita na embalagem. Transforma-te num detective da ciência e vem investigar vários casos da aplicação do DNA barcoding em espécies de plantas e fungos, aplicando técnicas de biologia molecular como extracção de DNA, amplificação por PCR, electroforese dos produtos de PCR e sua purificação e sequenciação. Vais aprender também como se conservam os espécimens colhidos através de uma visita ao Herbário da Universidade de Lisboa e como se consultam plataformas internacionais de disponibilização dos dados sobre biodiversidade.
Observações: *Biologia molecular. Os alunos devem trazer bata e calçado apropriado, para participar nos trabalhos laboratoriais

1º dia de estágio
Local de encontro: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Edifício C2, Piso 2, átrio nascente, Campo Grande, Lisboa    Hora: 09:30
Pessoa de contacto: Dora Batista/Maria Romeiras
[Estágios nesta instituição]