Semana Internacional do Cérebro

Os Neurocientistas vão à Escola

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Para receber um neurocientista na sua escola, deve inscrever-se através desta página. Após inscrição, os Centros de investigação contactam a escola para acertar os detalhes da visita e o programa de actividades.

Nota: as inscrições terminam quando a disponibilidade de assegurar sessões for esgotada.

Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) Universidade de Coimbra

Cérebros nas escolas
Coimbra
Data: 12 a 20 de março
Público Alvo: vários

Os neurocientistas do CNC viajam até escolas primárias, básicas, secundárias, universidades seniores e associações de pessoas com deficiência e vão dinamizar atividades de comunicação de ciência como atividades “mãos-na-massa”, jogos e palestras. Os laboratórios do CNC também vão receber visitas.

Limite de inscrições: 20 escolas

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Colégio Mente-Cérebro, Universidade de Lisboa

O cérebro vai à escola
Lisboa
Data: 14 a 18 março 2016, data e horário a acertar com a Escola (disponibilidade para ser fora desta semana)
Público Alvo: Ensino Secundário e 3º Ciclo (9º Ano)

Investigador responsável: Rita Aroeira

Palestras de 40 a 60 min sobre:
- a estrutura e funcionamento do cérebro,
- a forma como o cérebro se desenvolve ao longo da idade,
- drogas e o cérebro,
- doenças neurodegenerativas,
- como estudar o cérebro.

Palestras por investigadores do Colégio Mente-Cérebro da Universidade de Lisboa: Instituto de Farmacologia e Neurociências, Faculdade de Medicina e Unidade de Neurociências, Instituto de Medicina Molecular (IMM)

Limite de Inscrições: 8 escolas

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Imagem por ressonância magnética para estudo do desenvolvimento cerebral em fetos e recém-nascidos
Lisboa
Data: 14 a 18 março 2016, data e horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Ensino Secundário

Investigador responsável: Rita Aroeira e Rita Nunes

Compreender como se desenvolve o cérebro humano durante a gestação e nos primeiros meses de vida é essencial para melhorar o prognóstico no caso de nascimentos prematuros.
O desenvolvimento de técnicas de imagem que permitam avaliar a estrutura e a actividade cerebral nestas populações é por isso crucial. Nesta palestra falarei de alguns desafios inerentes a este tipo de estudo e das estratégias que têm sido utilizadas para os abordar.

Palestras por investigadores do Colégio Mente-Cérebro da Universidade de Lisboa, Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

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Como aplicar a Eletricidade e o Magnetismo para tratar doenças neurológicas
Lisboa
Data: 14 a 18 março 2016, data e horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Ensino Secundário

Investigador responsável: Rita Aroeira, Ricardo Salvador, Sofia Fernandes

Cada vez se mais torna frequente a aplicação de campos elétricos e magnéticos nas áreas da Neurologia e da Psiquiatria. O uso da estimulação neuronal não-invasiva com correntes elétricas ou campos magnéticos tem-se revelado como uma alternativa segura para tratar problemas psiquiátricos (e.g. depressão e ansiedade) e neurológicos (e.g. doença de Parkinson, disfunções dos nervos periféricos). A aplicação de campos elétricos no cérebro é também uma excelente alternativa para tratar determinados tipos de tumor, com poucos efeitos secundários. Nesta apresentação, propomos explicar quais as técnicas de estimulação neuronal não-invasiva utilizadas e em que situações se aplicam, como as podemos estudar e compreender melhor à luz das leis do eletromagnetismo, e demonstrar os seus efeitos com um equipamento adequado.

Palestras por investigadores do Colégio Mente-Cérebro da Universidade de Lisboa, Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Acção Esgotada

Imagem do cérebro por Medicina Nuclear
Lisboa
Data: 14 a 18 março 2016, data e horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Ensino Secundário

Investigador responsável: Rita Aroeira e Nuno Matela

A medicina nuclear agrupa um conjunto de modalidades de imagem médica (PET, SPECT e Cintigrafia) que se caracterizam por permitirem visualizar o funcionamento dos vários órgãos em detrimento de um maior detalhe anatómico. A imagem resulta da emissão de radiação por átomos radioactivos ligados a moléculas biológicas que por sua vez se concentram nas regiões do organismo onde ocorrem as funções que se pretende estudar. As maiores aplicações destas técnicas de diagnóstico são a oncologia e a neurologia. Nesta apresentação serão abordados os fundamentos destas modalidades de imagem, as principais aplicações no estudo do cérebro e as linhas de desenvolvimento que se antecipam para o futuro.

Palestras por investigadores do Colégio Mente-Cérebro da Universidade de Lisboa, Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

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Desvendando os mistérios do cérebro
Lisboa
Data: 14 a 18 março 2016, data e horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Ensino Secundário

Investigador responsável: Rita Aroeira e Alexandre Andrade

O cérebro humano é o objecto mais complexo do universo. No último século, descobriu-se mais sobre o funcionamento do cérebro do que em todo o resto da história da humanidade, mas ainda há muito para descobrir. Graças a técnicas revolucionárias como a ressonância magnética funcional, todos os anos são feitas novas descobertas sobre a inteligência, a memória e a consciência. Nesta conversa, irei falar sobre alguns dos desafios que o cérebro coloca aos investigadores e sobre as ferramentas e estratégias que existem para o estudar.

Palestras por investigadores do Colégio Mente-Cérebro da Universidade de Lisboa, Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

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Conectividade cerebral e o diagnóstico da doença neuropsiquiátrica
Lisboa
Data: 14 a 18 março 2016, data e horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Ensino Secundário

Investigador responsável: Rita Aroeira e Hugo Ferreira

As doenças psiquiátricas são doenças da mente/cérebro nas quais as emoções, o comportamento, a cognição e a percepção se encontram alterados. O seu diagnóstico é baseado sobretudo na história clínica e em baterias de testes neuropsicológicos, uma vez que, na sua maioria, os exames serológicos, eletrofisiológicos ou imagiológicos são negativos. Uma abordagem recente designada por conectividade cerebral, na qual o cérebro é estudado de uma maneira sofisticada procurando relações estruturais e funcionais dos seus vários componentes e regiões, tem trazido uma nova luz sobre o funcionamento do cérebro. Em particular, recorrendo à análise da conectividade cerebral neuroimagiológica, tem sido possível demonstrar que as doenças psiquiátricas se apresentam como _doenças de desconexão_, ou seja como resultantes da disfunção dos _circuitos elétricos_ cerebrais. Hoje em dia, esta abordagem está rapidamente a transformar a nossa visão sobre o cérebro/mente e a melhorar o diagnóstico de doenças psiquiátricas e também neuro

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À procura da felicidade: correlatos neurológicos e neurotecnologias de suporte à felicidade
Lisboa
Data: 14 a 18 março 2016, data e horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Ensino Secundário

Investigador responsável: Rita Aroeira e Hugo Ferreira

Nesta palestra iremos abordar o que se pensa ser a felicidade do ponto de vista neurológico, em particular falaremos sobre quais as moléculas neurotransmissoras, regiões e redes cerebrais envolvidas no sentimento de felicidade. Falaremos ainda de várias tecnologias que nos permitem _medir_ a felicidade e também sobre aquelas, como as interfaces cérebro-computador nos permitem promover esse mesmo sentimento. Ainda, com base nos últimos avanços da ciência e tecnologia vamos propor cenários futuristicos de promoção da felicidade recorrendo às neurociências. Por fim, faremos com o público demonstração de interfaces cérebro-computador.

Acção Esgotada

 

Departamento de Biologia Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

O cérebro e a dor
Região Norte do país
Data: 14 a 18 março 2016 - horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Alunos do 9º ao 12º ano

Investigador responsável: Isabel Martins

Tendo em conta o nível de ensino, os nossos investigadores irão realizar palestras que ajudem os alunos a compreender melhor a estrutura e funcionamento do cérebro, como é possível estudar o cérebro, alertar para o fato de um envelhecimento activo ser também benéfico para o cérebro, bem como a explorar os mais recentes avanços na investigação em neurociências e em particular na área da dor.

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Instituto de Investigação do Medicamento - iMed.ULisboa, Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

Porque morrem os neurónios?
Lisboa
Data: 14 a 18 de Março, a combinar com as escolas
Público Alvo: Alunos do ensino secundário (10º- 12º ano)

Investigador responsável: Margarida Castro Caldas

Abordaremos a organização estrutural e funcional macro-anatómica do cérebro humano, as células do cérebro e a sua forma de comunicação. Falaremos das possíveis causas de morte dos neurónios, no contexto de doenças neurodegenerativas (doenças de Parkinson e Alzheirmer) e neurológicas (acidente vascular cerebral, trauma, envelhecimento), focando os mecanismos celulares e moleculares envolvidos no programa de morte, bem como de possíveis estratégias terapêuticas utilizadas ou em fase de estudo. Abordaremos também aspetos relacionados com o modo como drogas (licítas ou ilícitas) afetam a comunicação entre as células nervosas.

Acção Esgotada

 

Instituto de Investigação do Medicamento - iMed.ULisboa, Faculdade de Farmácia, Universidade de Lisboa

Disfrutar das neurociências nas escolas - Ensino Secundário
Lisboa
Data: 14 a 18 março 2016, horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Alunos do ensino secundário

Investigador responsável: Adelaide Fernandes e Rui Silva

As palestras que irão ser dadas pelos nossos investigadores visam alargar o conhecimento e a compreensão da população estudantil na área do cérebro e das neurociências. Assim vários aspetos irão ser focados, nomeadamente a estrutura e função das suas diferentes regiões do cérebro, as células que o constituem e suas principais funções na saúde e na doença, o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, o efeito das drogas de abuso ao nível cerebral, alertar para o fato de um envelhecimento ativo ser também benéfico para o cérebro, e quais os mais recentes avanços no estudo do cérebro.

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Disfrutar das neurociências nas escolas- 1º Ciclo
Lisboa
Data: 14 a 18 Março 2016_ horário a acertar com a Escola
Público Alvo: Alunos do 1º Ciclo do Ensino básico

Investigador responsável: Adelaide Fernandes e Andreia Barateiro

As palestras que irão ser dadas pelos nossos investigadores visam incitar o conhecimento e a compreensão da população estudantil na área do cérebro e das neurociências. Assim vários aspetos irão ser focados, nomeadamente a estrutura e função das diferentes regiões do cérebro, as células que o constituem e suas principais funções na saúde e na elaboração dos sentidos, bem como quais os cuidados de proteção civil para proteger o bom funcionamento do cérebro.

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Instituto de Investigação em Ciência da Vida e Saúde (ICVS), Escola de Ciência da Saúde, Universidade do Minho

Neurocientistas vão à Escola
Braga
Data: 14, 15, 17 e 18 de março de 2016
Público Alvo: as escolas do ensino básico e secundário, universidades séniores

Investigador responsável: Ana João Rodrigues, Neide Vieira

Os nossos neurocientistas vão às escolas e às universidades séniores falar sobre a estrutura e funcionamento do cérebro.
Como é que as diferentes áreas do cérebro comunicam?
O cérebro com Alzheimer.
Exercita o teu cérebro: como promover uma boa saúde mental?
As drogas e os neurónios.


Acção Esgotada