Nesta residência, dados provenientes de uma simulação de fenómenos meteorológicos e da monitorização estrutural de um edifício foram “sonificados”.
Duas composições surgem. Uma, fruto da variação da temperatura, pressão, humidade e vento durante a Primavera e Verão de 2005, em Aveiro, a partir de um programa de simulação desenvolvido por um investigador do departamento de Física da Universidade de Aveiro.
Outra, é resultado da evolução da temperatura e da deslocação do tamanho das fissuras monitorizadas na Igreja da Misericórdia, Aveiro, ao longo de um ano.
André Castro põe os “dados científicos” a tocar.
O seu trabalho fez surgir questões sobre a possibilidade de percepcionar novas relações entre os dados científicos, recorrendo a representações sonoras.