Este projecto propôs cria novos objectos a partir de registos vídeo e fotográficos assentes em “movimentos repetitivos, que acentuam a aparição da imagem e do som e o seu apagamento, bem como os limites dos próprios meios audiovisuais”, partindo da experiência adquirida no ISR - Lisboa.
Estas imagens foram recolhidas enquanto processo próprio da pesquisa científica, com o intuito de servirem de registo da mesma, e não o objecto de investigação. As “imagens –lixo”, nas palavras da artista, recolhidas em fases de navegação e controlo de robôs diversos, são resgatadas e reincorporadas num vídeo, num processo de apropriação que revela um olhar particular sobre imagens de natureza documental.