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25-09-2016
Morte Negociada em debate no próximo Dia C
Pavilhão do Conhecimento

Esta quinta-feira, 29 de Setembro, às 19.30, vamos debater a Morte Negociada no Pavilhão do Conhecimento, na 6.ª edição do Dia C. São oradores convidados Lucília Nunes (Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida), Vasco Pinto de Magalhães (Centro de Estudos de Bioética) e Maria do Céu Rueff (Instituto de Direito Penal e Ciências Criminais, Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa). A moderação estará a cargo de Susana Moreira Marques (autora do livro Agora e na Hora da Nossa Morte).

A morte negociada através de um testamento vital parece resolver alguns dos problemas jurídicos, éticos e deontológicos relacionados com a decisão sobre o fim da vida. Mas até onde deve ir o princípio de autonomia individual? Poderá o testamento vital contemplar, por exemplo, decisões para acelerar ou provocar a morte do seu subscritor? Será a morte negociada uma espécie de eutanásia?

O conceito de morte negociada refere-se ao acordo formal firmado entre indivíduos, famílias, pessoal médico e administrativo e outros, incluindo as decisões a tomar quanto à manutenção de sistemas de suporte de vida em casos terminais.

Uma das figuras mais comuns deste acordo é o testamento vital, ou declaração antecipada de vontade, pressupondo-se que esta seja respeitada quando não for capaz de prestar consentimento informado. Neste documento, um indivíduo saudável apresenta um conjunto de instruções relativamente aos tratamentos que deseja receber - ou recusar - em caso de doença terminal incapacitante.

A entrada é gratuita mediante inscrição prévia em www.cienciaviva.pt.

O Dia C tem como media partner o jornal Público.