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20-04-2016
Bioética e Vacinação Infantil em discussão no Pavilhão do Conhecimento
Pavilhão do Conhecimento

Que razões culturais, religiosas ou filosóficas poderão estar por trás da recusa de alguns pais em vacinar os filhos? Deverá esta situação ser encarada como um direito individual? E quais as consequências para a sociedade?

É já no próximo dia 28 de Abril, quinta-feira, às 19.30, que o tema Bioética e Vacinação Infantil vai estar em debate no Pavilhão do Conhecimento. São oradores convidados Filipe Almeida (Universidade do Porto e Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida), Graça Freitas (Direcção-Geral de Saúde) e Virgínia Calado (Universidade do Minho).

A disseminação de muitas doenças graves pode ser substancialmente limitada se parte considerável da população estiver vacinada. Esta protecção beneficia mesmo os poucos indivíduos não vacinados ou aqueles para quem a vacinação não é eficaz. Esta imunidade de grupo poderá ficar seriamente comprometida se um número elevado de pessoas não for vacinado.

Portugal dispõe desde há 50 anos de um Programa Nacional de Vacinação. Poderá a sua eficácia estar em risco devido a decisões individuais e controvérsias sobre a vacinação?

Esta iniciativa integra as Conversas Ciência Conhecimento (Dia C) organizadas em parceria com o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, que decorrem no Pavilhão do Conhecimento até Novembro na última quinta-feira do mês.

A entrada é gratuita mediante inscrição prévia em www.cienciaviva.pt.

O Dia C tem como media partner o jornal Público.